21/05/13

So In love


Há muito que não desejo tanto umas melissa como essas. Não é pela doce parceria com o designer da magnífica e mítica casa Chanel, é mesmo por elas serem tão tão a minha cara. Deviam fazer umas com cupcakes :) 
Estou sempre a checar a data da vinda das Melissa + Karl Lagerfeld. É verdade que há muito mesmo que não quero tanto uma coisa como essas. 
Não sei bem quando é que vou usa-las, com esta baby bump, mas sei que terei de dar-lhes o uso devido, nem que saia da maternidade com elas nos pés (sei que é um pouco demais). 
Lembrando aos mais esquecidos que estejam por terras mais civilizadas que o meu aniversário está a chegar. Mas também... Já estou eu de partida mais para Norte, onde será já verão! 
Contudo, digam se elas não são fofas até dizer, CHEGA! 

With love. Tea drinker

06/05/13

Baby Bump Street Style




Passo imenso tempo na internet ou a trabalhar ou a ver coisas de bebés. Raramente fico-me por ver Baby Bump Street Style. Devia porque sei que, como fui liberada do repouso absoluto para o "quase" absoluto, tenho saído para tratar de documentos da conservatória para... não! Não é para o casamento, mas para regularizar um processo pendente há muito lá no hemisfério sul.
Tenho reparado que não tou nem um pouco vaidosa, nem nada preocupada com a minha imagem (há dois meses que não faço as sobrancelhas nem o buço) e escolho qualquer peça no meu guarda-roupa que tente de alguma forma destacar o meu baby bump.
Pergunto-me porquê que quando se está grávida, tem-se imensas dores nas costas, sente-se mais calor e está-se mais sensível a dor? Esses são algumas das muitas razões que me fazem perder o tal senso de estilo que tinha... embora seja pouco, até tinha.
Hoje acordei cedo, tinha que ir a conservatória e preparei um básico preto da zara sintético, umas calças rosa choque também justinhas, CHINELOS e um colar para disfarçar a minha falta de vaidade. Que vergonha! É tudo que tenho para dizer.
Faço-me promessas diárias de que quando chegar a Europa vou me vestir melhor e bla bla bla... Espero bem que sim.
E acho que depois de ver estas grávidas cheias de estilo, vou tentar algo assim parecido.
O unico problema é que passei sem problemas do Size Small para o Medium almost Large no peito, o que impossibilita algumas roupas por falta de soutien adequado e roupas que... ME SIRVAM!
Aliás, alguém sabe onde posso comprar um soutien de grávida aqui em Luanda? Quero uma loja que tenha um especialista em tamanhos, como existe na Triumph que avalia também a largura e estado das costas, por favor!

With love. TeaDrinker!

04/05/13

Names names names names....


Já estou na busca pelo nome há algum tempo, mesinhos...talvez! Mas antes não sabia o que me esperava, se era menino ou menina (embora no fundo achasse que vinha um menino). Agora com as modernices das ecografias XPTO 3D e 4D já se pode saber mais antecipadamente o sexo do pimpolho, o que me poupa a busca por nomes de dois sexos ou unissexo.
Nas minhas buscas, embora já ponha preferência de um nome africano, só dois nomes me agradaram. O pai foi dar uma espreitadela aos nomes havaianos, que soam muito iguais aos nomes africanos, existem alguns bem bonitos. 
Eu sei que ainda tenho tempo para procurar, mas gostava que me facilitassem a vida com algumas opiniões de nomes africanos que conheçam e cujo o significado seja bonito. 
Dizem que é bom escolher o nome e começar a falar com o bebé ainda na barriga, tratando-a pelo nome. Alguém tem alguma ideia? 

With Love. Teadrinker! 

02/05/13

Deco I ♥







Já começo a inclinar-me para uma tendência de decoração de quartos. Sempre quis que fosse um menino em vez de menina e por isso só via quartos de meninos. Mas depois da ecografia 3d e do palpite do médico, não me soou mal a ideia de ter uma menina.
Gosto de cor-de-rosa, gosto sobretudo de detalhes em cor-de-rosa, mas o branco começa a ser a minha cor favorita para decoração.

With love. Teadrinker!

30/04/13

Poem to a letter

              Está tudo tão longe do que sonhei e saborosamente tão perto de algo fantástico.
                          Cá dentro uma vida... cambalhotas e cresce, cresce todos os dias.
             Invade a alma deixando uma miscelânea de sentimentos desconhecidos e ânsia.


Contava ter mais tempo para escrever, a verdade é que, embora haja mais tempo do que antes, a minha mood para escrever não está "lá"! É verdade que no sentido lacto tomei muito pouco chá para partilhar convosco os meus momentos algo agridoce nestes últimos meses.
Fazendo um balanço de 4 meses e 29 dias, posso dizer que não foi 100% producente, com pontos altos e outros abaixo da linha "aceitável".
Desde uma viagem ao hemisfério norte que me rendeu várias consultas, muitos passeios, matar saudades de lugares que adoro, à decepcionar pessoas que de uma ou de outra forma não mereceram o que a vida lhes deu (ou se calhar melhor o que eu lhes dei).
Desta viagem, a única coisa de produtiva (que na verdade só acho produtiva há algum tempo) é o facto de sentir que estou a gerar uma vida. Sim! Uma vida dentro de mim. Foi uma notícia algo áspera mas que até começam a ganhar contornos bem ornamentados. Na minha cabeça, é como se a minha vida se resumisse a uma decoração mega bem feita da Era Vitoriana.
Agora sim, são mil sorrisos pois o risco foi-se, o primeiro e erróneo semestre passou e a barriga começa a querer ter destaque no corpo. Se são só alegrias? Para já sim. Alegrias e muitos planos que espero conseguir concretizar.
E o que faço com o meu tempo? Não faço muito mas tento rende-lo com soninhos, comida e... soninho!
Começo a antecipar a vinda da pequenota... sim, pequenota, porque já sei que é uma menina; pesquisando temas para o quarto, temas para o chá de bebés que até há uma semana não sabia se poderia desfrutar até ao aniversário de um ano.

Sempre fui do tipo de "óh qu'horror, gravidez, eu? Nunca!" ou "não tenho paciência para pimpolhos" mas quando me deparei que não sou assim tão infértil quanto pensava e quanto os médicos me disseram, a materialização de uma condição inesperada tomou conta de mim. Deixei de lado o meu egoísmo e egocentrismo para poder dar lugar a uma vida, que poderá ser a minha única chance de experimentar.

Antes via-me mega "miss independent" mas percebi que posso ser isso e muito mais com uma pimpolha. Deixei de me espelhar naquelas mulheres que têm filhos muito tarde para me espelhar naquelas mulheres que até tiveram filhos cedo, "despacharam-se" cedo e gozam a vida à mesma.

Começo a fazer as minhas Wishlist de coisinhas para a pimpolha e antecipar características da gaja, com a esperança de não me decepcionar.



12/04/13

O tempo não pára

Tudo isso para dizer que há meses que não escrevo, há meses que não venho ao meu blog. Muitas coisas se passaram, muitos chás tomei, muita louça para lavar porque andei ausente da minha "cozinha".
O tempo não pára e com isto quero dizer que, embora tenha andado um pouco parada, o tempo de facto não pára. Não espera que corrijamos os erros e com isso, perdi muito tempo a errar mas recuperei o tempo para pôr algumas chávenas na prateleira.
Parti algumas chávenas, algumas deu para colar mas infelizmente outras foram directo para o lixo.
As que consegui colar, não voltaram a ser as mesmas pois a cada vez que tento beber o chá nela, ela me lembra que a "asa" foi irreparável e por isso, tive que queimar os dedos.
Pensei em voltar a escrever antes, mas houve alguns impedimentos, outros contratempos, muita vontade mas muito pouca disponibilidade.
Felizmente tenho tido mais tempo (na verdade mais do que gostaria) para me dedicar às actividades que exigem muito pouco esforço físico e escrever... exige nenhum esforço físico... de todo!
Muitas novidades, tanto para partilhar, tanto por escrever, mas para já e porque o tempo não pára, Feliz 2013 para todos.
Espero que esteja a correr bem para todos, para mim, apesar dos contratempos, espero que seja "O meu Ano".


With love. TeaDrinker!

20/11/12

Unknown Letter

Fui ouvir Stand up Comedy. Rir é a palavra que está na última página do meu dicionário da vida, nos últimos tempos. E ao ouvir as piadas conscientes ontem, numa casa escura, apenas com uma luz miúda de velas distantes dos rostos presentes. Ri-me... um pouco!
Depois punha-me a pensar em outras coisas e distraí o meu pensamento para o stand up comedy. Sentei-me, puxei o cigarro e vi-o: igualzito como d'antes. Nada mudou. Tivemos uma história numa vida passada. Desloquei-me para os braços d'outro. Ele d'outra. E assim seguimos caminhos opostos. Mas estava lá, sempre teve, a amizadel. Olhou para mim e perguntou se andava a fumar "charros". Disse-lhe que não. Que a única coisa que fumava era cigarro. "Devias deixar" disse ele, puxando do seu bolso um Zippo para acender o dele. Eu cá para mim, "C'um catano"
Perguntei-lhe porquê que me perguntou se andava no charro, ele disse-me que os meus olhos estavam vagos, estava com o olhar vago... Ripostei-o que estava bem, que era impressão e cansaço. Mas é verdade, estavam vago, estou vaga, estou perdida, algures pela via da vida coerente, ou se calhar, estou coerente agora. Não sei! O tempo, melhor que ninguém cura estas coisas. 
Tic Tac, é o relógio esta madrugada a dizer-me que o tempo passa e percebi que todas as certezas que tinha mudaram de lugar. 




- Extractos Tea Diary

With love. TeaDrinker

19/11/12

GAGA by Gaultier


Não sou fã da Lady Gaga... mas tenho que reconhecer que a gaja tem talento, lá isso tem e.... induvidável! Um produto pensado para atingir o topo da Billboard, que move massas.
Disponível no Youtube um documentário dela feito por Jean Paul Gaultier. Moda + Música, a combinação perfeita para esta mulher.
Se acrescenta algo de novo? Talvez não, para aqueles que se acham "Ocupados" demais para este tipo de coisa, para mim, uma boa distracção com qualidade, requinte e criatividade.

With love. TeaDrinker

15/10/12

Um mundo repleto de defeitos


Que os meus dias têm sido para lá de calmos, isso sim, têm sido. Não no sentido de interacção com as pessoas, muito pelo contrário, tenho sido bastante sociável, mas é verdade que os meus horários pouco coincidem com os horários laborais normais pelo que o stress, palavra outrora constante no meu quotidiano, tem estado cada vez mais longe de mim. Causa? O desporto!
O desporto faz-me abrir os olhos para o que me rodeia, faz-me sentir mais calma comigo própria e mais paciente com os outros. O desporto tem me ajudado a ser mais tolerante em determinadas situações e mais determinada.
O desporto, não só faz bem ao corpo como faz um bem incomensurável a alma.
E por causa do desporto que passei a observar determinadas situações de forma diferente e a ver as pessoas de um modo que jamais olharia... e mais, faz-me tolerar a diferença entre os seres humanos e a beleza que é sermos todos diferentes.
Os defeitos de uma pessoa, não são por acaso. Apercebi-me que quanto mais tentámos superar os nossos defeitos, mais ofuscamos determinadas qualidades.
Uma rosa não perde a sua beleza por ter vários espinhos... a imperfeição é sem dúvida a beleza de todos os seres.

With love. TeaDrinker!

10/10/12

About schmidt or... me?

Anteontem estive a pensar que eu raramente saio da esfera a que pertenço. Muitas vezes por curiosidade, aventura e especialmente por querer retratar/filmar várias situações que parecem tão longínquas do meu mundo, me fazem querer sair um pouco da bolha em que vivo. 
Não tenho muitos amigos, mas conheço muita gente. Não partilho o meu quotidiano com pessoas tão diferentes sempre, salvo sejam casos de trabalho, mas analisei minuciosamente que as pessoas que tenho mais próximas do meu mundo, digo amigos, partilhamos quase sempre o mesmo ponto de vista sobre a maioria das coisas. Lemos o mesmo jornal, ouvimos as mesmas músicas e inclusive frequentamos os mesmos sítios.... resumindo, eu pinto o meu mundo com as cores que quero, escolho-as a dedo, passo um pente fino, dou umas pincelas Voilá! tenho a minha tela. 
Mas será que até a que ponto isso me faz bem? 
Acredito que, às vezes, porém, é necessário sair desse mundo pintado por nós... Falo por mim própria porque quanto mais eu saio, mais percebo que tenho um sem fim de palettes cores para pintar o meu mundo, só que na verdade às vezes sinto-me confortável com tal qual ele está. 
Tenho pena de só dar um olhada ao meu redor quando algo acontece. Tenho pena de saber que outros mundos não têm a quantidade de cores que o meu tem. Gostava de poder dar mais do que recebo! Partilhar, abrir-me e deixar vir...
De hoje em diante, prometo deixar os meus pincéis à porta para que cada um rabisque a minha tela, faça um desenho, deixe o seu traço, para que a minha vida sejam porções de felicidade de cada um. 
Anseio poder ver a panorâmica da pintura e deslumbrar-me com a beleza das diferenças. 

With Love. TeaDrinker!!!

07/10/12

Desabafos



Keep calm and Drive well :)


A minha ausência deve-se a alguns factores, sendo um dos principais a exaustão quando chego a casa no final de um dia de loucura total pela caótica cidade de Luanda.
Infelizmente, essa ultima semana, o meu destino é sempre a baixa de Luanda que está caótica e o meu lindo e querido governo ainda me brinda com constantes faltas de luz eléctrica e água.
Antes de sair de casa tento preparar-me psicologicamente para um dia de condução e por mais que tente abster-me da forma como se conduz na cidade, a verdade é que facilmente me irrito mal vire a primeira esquina de casa.
Então euzinha na quarta-feira dirijo-me para a baixa e entre embraiagem e travão fiz um percurso que me durou 1 hora e meia, quando sem trânsito faço em 10 minutos. Para a minha felicidade encontrei um lugar super para parar e vem-me um besta e pára o carro no meu lugar. Eu estava com o pisca ligado e certamente com a luz da marcha ré e o bestalhão bota a pôr o carrão dele no MEU lugar.
Buzinei, fiquei furiosa e o rapaz, por sinal  muito bem apessoado e apresentado impecavelmente com o seu Evoque faz-me o típico sinal com o dedo do "meio".
Sim, fiquei mega mal disposta principalmente porque dei a volta ao quarteirão duas vezes e entre este tempo ainda consegui ouvir e ripostar com mais dois carros que se impunham a cada vez que desse prioridade a quem realmente a tinha. Agora me pergunto, onde andam os nossos princípios? Onde anda a nossa educação? Há muito que se lhe diga da condução das pessoas. Assim como médicos conseguem descrever a personalidade das pessoas pela caligrafia, aposto que a forma como conduzimos numa cidade como Luanda revela o pior do nosso lado. Não é difícil porque com o desespero e o Caos, tendemos a ser desumanos. Não me espanta que haja um indíce tão elevado de criminalidade nos dias de hoje.


26/09/12

Holiday finest

Já sentia saudades de "debate", tanto do termo como do significado. Sentia saudades de ouvir opiniões, concisas ou não, mas que de uma forma ou de outra serem opiniões... e aceites. Sentia falta de me sentar no chão, algures na Luanda fajuta, a ver um filme e no final, alguém acrescentar pontos que de início não vêm à tona, mas que desencadeiam uma série de perguntas e opiniões.
Sentia falta de me sentar algures pela cidade e conversar com pessoas que, de certa forma me identifico. Pessoas que embora não tenha tido tempo para saber se me identifico ou não, mas que têm uma boa percentagem para acrescentar a minha pessoa.
Depois de algum tempo rodeada de um mundinho tão wanna be, regressar àquele que chamo, o Meu mundinho.
Não o cup of tea... não! Nem o meu quarto. Mas o mundinho de um certo grupo que, embora não esteja com eles sempre, me agrada sempre estar.
O meu feriado foi um misto de quebrar a rotina. Desde a noite passada da insónia... até os últimos minutos do dia (a escrita deste post com o álbum Le fil  da Camille à mistura e o momento de ir para cama, deitar-me e ver um documentário), foi tudo um quebrar de rotina.
Posso resumir que foi um feriado bem passado, com pessoas que no fundo, percebi que deveria ter e manter um melhor contacto com elas.
Estou um pouco inspirada. Não para escrever este post, mas para fazer algumas coisas.... ideias fluem.
By the way. o documentário é o mítico "the september issue".
Uma boa noite a todos.

With love. TeaDrinker!

Holyday finest

Já sentia saudades de "debate", tanto do termo como do significado. Sentia saudades de ouvir opiniões, concisas ou não, mas que de uma forma ou de outra serem opiniões... e aceites. Sentia falta de me sentar no chão, algures na Luanda fajuta, a ver um filme e no final, alguém acrescentar pontos que de início não vêm à tona, mas que desencadeiam uma série de perguntas e opiniões.
Sentia falta de me sentar algures pela cidade e conversar com pessoas que, de certa forma me identifico. Pessoas que embora não tenha tido tempo para saber se me identifico ou não, mas que têm uma boa percentagem para acrescentar a minha pessoa.
Depois de algum tempo rodeada de um mundinho tão wanna be, regressar àquele que chamo, o Meu mundinho.
Não o cup of tea... não! Nem o meu quarto. Mas o mundinho de um certo grupo que, embora não esteja com eles sempre, me agrada sempre estar.
O meu feriado foi um misto de quebrar a rotina. Desde a noite passada da insónia... até os últimos minutos do dia (a escrita deste post com o álbum Le fil  da Camille à mistura e o momento de ir para cama, deitar-me e ver um documentário), foi tudo um quebrar de rotina.
Posso resumir que foi um feriado bem passado, com pessoas que no fundo, percebi que deveria ter e manter um melhor contacto com elas.
Estou um pouco inspirada. Não para escrever este post, mas para fazer algumas coisas.... ideias fluem.
By the way. o documentário é o mítico "the september issue".
Uma boa noite a todos.

With love. TeaDrinker!

We Wood... Why Not?




Gostava de ser mais Eco-friendly, uma Greenpeace. A verdade é que sou mais do tipo cosmopolita/materialista, que dá importância a coisas "diferentes" de uma forma natural, sem me preocupar com o que os outros pensam.
Se eu comprasse esses relógios, certamente não seria pela política da empresa de reciclar a madeira ou outros tipos de materiais. Seria por ser bonito e incomum. Pronto! Disse a verdade.
Não que não me interesse pelo meio ambiente, afinal, não como carne (essa é outra parte da história) mas não seria o aspecto fundamental para a aquisição do relógio.
Quem me conhece, está careca de saber que sou uma consumidora nata, sempre em busca de algo que me satisfaça e que preencha o meu "eu" exterior, para me encher a alma, de sabe-se lá o quê.
Também tenho a certeza que se voltasse a minha Vie en Rose, teria múltiplos modelos We Wood.
O meu amigo Panda, há uns dias escreveu-me sobre a hipótese de os comercializar em Angola, uma vez que ele é o representante da marca em Portugal. Sinceramente não sei se seria um bom negócio, dado que as pessoas aqui ainda estão coladas às typical Gucci/vuitton Brands...  pode haver uma minoria que queira apostar neles e infelizmente a minoria que poderia pagar por eles, não por múltiplos, mas por alguns. Gostava de, Teadrinkers, saber a vossa opinião para que consiga dar um feedback  ao meu amigo. Ele tencionava expor em feiras como a FIlda ou algo do género.
Estou deeply in love pelos We Wood.
O que vocês acham?

With love. TeaDrinker!

25/09/12

About Insomnia

Não consigo dormir. Busco pelo sono e nada. A cama está fria e uma confusão enorme de sentimentos. 
Não sei o que me preocupa, não sei o que me entristece. Pouco sei do que me frustra e do que sei, infelizmente não está nas minhas mãos... Não me compete a mim! 
Há uma permanente sensação de vazio, uma permanente insatisfação e uma oscilatória felicidade... vem e vai! 
Hoje não foi um dia propriamente exaustivo, mas sei que quando penso demais, influencia a minha forma de estar... de ser! 
Busco-me pelos suspiros e pelas insatisfações. Procuro um refúgio e um abraço. Vazio! Niente!
Procuro compreensão, mas também não dou abébias a quem se oferece para me compreender. É como esticar o braço pedindo ajuda, mas não correr para alcançá-lo. 
Sou como ondas nos medidores cardíacos. 
Não consigo dormir. É como se tudo em mim estivesse num chocalho, pronto a ser estremecido. 
Oiço o barulho da madrugada em busca da solução para a minha insónia. Ela está silenciosa, nada me diz, se não a esperança do amanhecer como se o "amanhã será um novo dia" fosse resultar. 

Acabei de ver Water for Elephants, a cliché história de amor, protagonizada por Robert Pattinson e a Reese Witherspoon, na esperança que os amores clichés me adormecessem com as suas trilhas sonoras repletas de baladas. Zero! 
Oiço o barulho silencioso da madrugada, misturando-se com geradores da cidade e os aparelhos que não se desligam pela casa. Oiço o meu teclar, ora calmo, ora aflito. A pedirem "Vem sono, vem" 
Não quero ver a aurora, entristece-me. Antes o por-do-sol que a aurora. É como se permanecesse aquela sensação de dia perdido porque científicamente 24 horas sem dormir, é possível, mas o corpo começa a ressentir. 

Chá, café ou quarto? Melhor é procurar o sono algures pelo quarto. 

With Love. TeaDrinker 

My Weekend moodboard


Eu sei que o meu moodboard do fim-de-semana deveria estar mais cheio, porque se trata de um fim-de-semana. Muito pelo contrário, não fiz muito no meu fim-de-semana, até porque para mim, todos os dias são fins-de-semana.
Este fim-de-semana, inspiração ZERO! Poderia aproveitar que estive em casa para escrever, fazer muitos post relacionados com tudo um pouco, mas a verdade é que não estive inspirada, não pensei em posts muito menos em crónicas. Não pensei em nada e a preguiça foi a palavra que prencheu a minha lista de afazeres para este fim-de-semana. 
Sábado ainda foi mais agitado que o normal, com um trabalho aqui, outro acolá e um bom concerto da Maria Gadú no cine Atlântico. Dois cocktails à mistura após o concerto e xixi cama. Havia uma noite de Hip Hop no Elinga, que costuma ser sempre muito boa, mas ao que parece fiz bem não ter ido... ia encontrar-me com pessoas que não queria de todo ver. 
O domingo foi sossegado, repleto de preguiça, conversa jogada fora e uma valente pintura nas unhas. 
Algum chá, muitos chocolates, algumas revistas um Haagen Dazz e lá se foi o fim-de-semana. 
Não podia deixar de ressaltar um filme antigo, mas que me escapou, Freedom Writers. É de 2007 e conseguiu arrancar-me algumas lágrimas. Trata-se de uma história verídica, inspiradora e um óptimo ensinamento de vida. Por causa de algumas passagens do filme, revelou-se a minha quase burrice em relação aos judeus, ao Holocausto, a crise de 1929 e os propósitos nazistas. 
Tic, Tac, Tic, Tac... as horas passavam e eu empolgada na leitura sobre o Holocausto no Wikipédia. A cada linha lida, um separador no meu Google Chrome se abria para palavras como "Anti-semita", "Auchwitz", "Mein Kampf", "Adolf Hitler" , "Judeus", "Negacionismo" e um documentário sobre a crise de 1929 disponível no Youtube. 
Tudo que sabia sobre os anos 20 era Coco Chanel, Flappers, Hemingway, Picasso e Gertrude Stein. 
Foram algumas poucas horas de leitura sobre a primeira guerra mundial e o que levou a segunda guerra mundial. Sei que viajei no tempo sem se quer sair do sofá. Foi óptimo. Gosto especialmente das minhas fases de pesquisa eufórica sobre determinado assunto. 

With love. TeaDrinker! 

nail of weekend



Este fim-de-semana foi para esquecer, por este lado aqui da blogosfera.
Aqui vai um cheirinho do que fiz :)

With love. TeaDrinker

21/09/12

Playing Games

Imagine um videogame. Não o video clip da Lana del rey, nem a música... um verdadeiro Videogame!
Antes de começar, temos que escolher em que nível queremos jogar - Easy Medium Difficult. Essas são as fases do jogo que escolhemos atravessar.
Imagine que esse videogame é a vida! Eu, mesmo que não conheço o jogo, gosto de escolher a fase média. Não gosto nem de coisas fáceis, nem de coisas muito difíceis.
O fácil, faz-me rapidamente perder o interesse e o difícil... simplesmente cansa-me! Na vida, nem sempre somos nós quem escolhemos em que nível queremos jogar.
Há quem nem se quer tenha a possibilidade de escolher em que nível jogar ou e que jogo apostar. Nem toda a gente tem o privilégio de ter sequer um jogo.
A vida é feita de escolhas. Postas na linguagem VideoGame, tenho que escolher em que nível jogar. Estou numa balança equilibrada neste momento, mas que muito facilmente tende ou a subir ou a descer, dependendo da escolha.
Porquê que não há escolhas fáceis? Dormi ontem com esse pensamento, após um tratamento de uma hora e meia, em plena madrugada que me deixou quase sem sono.
Entre "pinçadas" na sobrancelha em frente a uma "Lupa-espelho" pus-me a pensar, "Será que estou a apostar alto demais"?
Uma pessoa há uns tempos escreveu-me algo que agora me passou pela cabeça "Porque será que encriptas tanto os teus post/pensamentos?" Lembrei-me agora porque, após ler e reler vejo que nada está claro, a resposta é que não encripto propositadamente, os meus pensamentos andam assim, meio obscuros, além de não assumir quem sou e saber que muitas pessoas que lêm sabem quem sou.
Há em mim uma Quadripolaridade: eu sou, eu quero, eu sonho e eu faço!
O que sou, nem sempre escrevo. O que quero, nem sempre o demonstro. Os meus sonhos? Nem sempre os conto e o que faço, não postar sempre.
Não sei em que nível avaliar a minha personalidade. Sou verdadeira, tenho muitos medos, alguns receios, alguma coragem e muito pouca vergonha na cara.

Call... or don't call? That's the Question!

Enquanto estava sentada num bar, por duas horas, a ler, enquanto apanhava a brisa de ontem de Luanda, umas meninas sentaram-se bem perto da minha mesa, a falarem de namoros. Elas, a rondarem os seus 16 anos, vestidas com farda de um colégio e com aquele arzinho de que estavam a baldar-se às aulas, seguida do acne da idade e próprio da tonalidade de pele, uma delas, a que aparentava ser a abelha mestra do grupo, pede-me o isqueiro para acenderem um cigarro. Muito repentinamente lembrei-me de como comecei a fumar, numa brincadeira com a A e com a A no WC da escola.
Pousei levemente os meus óculos e o que lia, um livro da Louise Kean - Material Girl, passou para segundo plano, sendo o primeiro plano a conversa adolescente.
A abelha mestra tinha um tom a roçar para o irritante com aquele sotaque angolano típico, recheado de de calões que eu comecei a desentender. "És burra, ligaste hoje para o Mário? Mas ele acabou contigo  ontem..." Pensei para mim que ela devia ser a mais astuta do grupo para aconselhar a amiga a não ligar. Reparei também que os problemas nas relações são idênticos, o que muda é a faixa etária. E mesmo assim, há quem, que com 40 anos aja como uma adolescente.
No entanto, não demorei muito para perceber que duas das meninas que estavam naquele grupo já tinham andando com o mesmo menino que preferi apelidá-lo de Elvis Presley e, ao que parece, são todas amigas.
Uma lâmpada acendeu-se na minha cabeça e começo logo a rabiscar umas palavrinhas no meu moleskine, chegando a conclusão que: Luanda é uma ervilha, todo o mundo se conhece, todo o mundo anda com todo o mundo.

A M levou o amigo B a casa de um outro amigo, para conversarem, e ele disse-lhe que não iria demorar, mas que enquanto falavam de negócios, ela ficaria num sítio ali perto a fazer qualquer coisa. A M sem hesitar e demonstrando querer muito a companhia do amigo B, aceita a proposta, mas nunca pensando que o amigo fosse deixa-la pendurada por 3 horas, até escurecer, sem dó nem piedade, enquanto trocávam mensagens e ele lhe dizendo "Só mais uns minutos que já termino a conversa". Depois dessa mensagem e já passados 30 ou 40 minutos, sem querer saber dela ou sequer retornado as milequinhentas chamadas que ela deixou no seu telemóvel ele responde: "Afinal vou demorar mais tempo, não te preocupes que apanharei um táxi".
A M ligou-me a chorar porque, aparentemente o seu carro foi arrombado, roubaram-lhe o Tablet  iPad, um saco que tinha com algumas coisas sem muito valor monetário, mas sentimental. Eu, pus-me no lugar dela. Será que ela deveria ligar para ele?

São só rascunhos d'ontem!
With Love. TeaDrinker!