20/08/12

My Monday








A minha segunda-feira começou assim, com uma playlist risonha quando estava a caminho do trabalho, dores de cabeça à mistura, um sorrisinho meio triste e meio alegre dos dias que se passam e que tenho vivido, uma enorme confusão de sentimentos e uma vontade enorme de me deixar cair em lágrimas... 
Outra vontade de me banhar num mar calmo e azul, de água morna e cada mergulho, deixar para trás os problemas, os pesadelos... Quimera! 
Cheguei ao escritório, ponho a minha carta gantt em cima da mesa para executar os trabalhos com deadlines: Os minutos passam, os dedos só escrevem porcaria, nada flui. Branco! 
Vou para a rua, apanhar ar fresco e... puxo um, travo dois, puxo mais um, travo mais dois e "triin trimm". Telefone toca, vontade zero de falar, depois vontade mil para me explicar. Raiva! 
"Tuuuuc, tuuuc" Chama ninguém atende... que faz essa gente a segunda-feira que não atendem os telefones? Serei eu o "Oré"? Tudo louco!
Mais música... Cai o Feeling good da Nina, quem me dera que fosse "A new done, a new day a new life for me", só me resta a "Old done, a old day and old plus life for me" Nada de novo, nada acontece.... Tristeza! 
As segundas-feiras são sempre assim, melancólicas, retrato triste de um fim-de-semana bem passado. 
Divago!

19/08/12

Like Crazy

I WANT YOU, I NEED YOU, I LOVE YOU , I MISS YOU... LIKE CRAZY

Começou com um tilintar de um piano da música "Can't help falling in love with you" do Mister Elvis Presley e uma cena numa sala de aulas com estudantes... Cá para mim, parecia-me um daqueles filmes hollywoodianos
de jovens problemáticos no liceu ou nos primeiros anos da universidade (não que menospreze, já que vejo gossip girl), mas nos primeiros minutos não me parecia nada daquilo que procurava para ver.
Logo logo, as cenas sem diálogo, o do mais puro que existe no cinema captou a minha atenção.
A forma peculiar como eram filmados os detalhes, os tilintares de um soundtrack que queria passar despercebido, a história de uma inglesa que se apaixona por um americano, ela aspirante a jornalista e ele, um artista nato, era mesmo o tipo de história que precisava... uma louca história de amor.
Mais não digo, simplesmente recomendo a todos que vejam esse filme da Paramount INDIE.









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16/08/12

Happy me





Tenho vários post pendentes, uns começo no laptop outros no computador do serviço e ainda outros no ipad e, quando volto para o computador de casa, vejo a imagem que deixei a carregar do post que deixei a meio e, sinceramente esqueço-me qual o conteúdo que queria dar ao post.
Para este, vejo que esta imagem, a máquina em forma de lego, fez-me lembrar o dia em que estava com amigos e que disse que queria um fio como o do B, super Mário e o B vira-se para mim e diz que não podia ser o super Mário mas sim algo com que me identificasse.
Encontrei um portal de imagens de artistas, o fffound.com, e foi lá que encontrei esta foto do Lego.
No entanto, o motivo que me fez abrir o blog para escrever um post, foi o facto de ter recebido não um, nem dois, mas três comentários, o da Cláudia, uma blogger que achou o Cup of Tea muito "cute", o da Osiria, que me deixou palavras num inglês muito mal escrito e um português pior mas palavras sentidas :) (Thanks a lot) e deu-me uma opinião, que vou pôr em prática, as soon as possible, em relação ao meu blog e o último de um anónimo que me deixou um testamento sobre um post que escrevi há dias, sobre o cão que foi salvo na cidade de Luanda. No final, o anónimo pediu-me que passasse a escrever não só em português, mas em Inglês e, por acaso um amigo meu já me tinha dito. Farei os possíveis para tal, mas se tenho alguma dificuldade em escrever na minha língua mãe, o que dizer de escrever em inglês? É um desafio.
Tenho a agradecer às três pessoas que dedicaram um pouco do seu tempo a deixar-me comentários com opiniões... Valeu! Vale sempre e é sempre bom saber que algures, alguém lê os nossos devaneios :)
With Love. TeaDrinker!


13/08/12

Pastel Color don't fattening






Little things that change an opinion

Hoje, a caminho do trabalho, presenciei uma cena comovente. Até lágrimas escorreram no meu rosto.
Bem próximo do aeroporto, um kandongueiro atropelou um cão. Felizmente um transeunte foi a correr socorrer o cão que estava a sangrar. Não sei se o cão era dele ou se era um sem tecto, como muitos que existem por essa cidade.
Parei o carro para deixar o rapaz passar, ligando os intermitentes e depois encostei-me à berma da estrada para tentar saber o que era. O rapaz só chorava e gritava: "É esse o destino dos cães. É esse o destino dos animais", em prantos. Comovi-me!
O cão que sangrava na boca, recebeu logo os cuidados do rapaz e de uma senhora que estava num i10, que se dizia veterinária... Mais não consegui apurar.
Fiquei feliz por saber que ainda existem pessoas que socorrem animais, do feliz acaso de estar a passar uma veterinária - que coisa mais rara - e espero que aquele cãozinho tenha um final feliz.
Obviamente que me pus a pensar, porque, ainda ontem estava no carro e vi um cão enorme à beira da estrada, morto! Ainda disse em voz alta "Olha aquele cãozinho, era de raça...".
Continuo a ter aquele sonho de criança: Apanhar todos os cães da rua e leva-los para casa-
Se nesta terra, pessoas são atropeladas e mortas e ainda repisadas sem que, alguém pare o carro para ao menos tirar o corpo da estrada... imagino os cães.
O B deve continuar com a ideia de "Dog Days". Ainda analisamos se um cão de Luanda terá uma vida melhor que as pessoas. É possível! Já que não precisam de muito para sobreviver.

Só rascunhos!

12/08/12

Chronicles of a sick girl on weekend

Francis Bacon um disse proferiu sábias palavras " Triste não é mudar de ideias, é não ter ideias para mudar". Estas foram as palavras que me acompanharam no fim-de-semana.
Depois de dois dias em festa, a primeira, com amigos do peito e a segunda com família - ressaltando o facto de não passar o meu aniversário com o meu pai há quase 8 anos e ele me surpreender com um jantar todo pago, mais Moet Chandon imperial que infelizmente não foi apreciado pelos presentes - eis que veio o momento de D O E N Ç A.
Deixei-me estar na cama até as 11 da manhã e quando me levantei, só sentia dores. Resultado? Fim-de-semana doente.
Estar em casa e não poder fazer nada por falta de capacidades físicas e mentais tem muito que se lhe diga. É como ter Nogats na mão e não ter dentes para mastigá-lo, mas pior ainda, é termos dentes e não podermos comer. Só sei que parecia uma morta. Deixei-me estar na cama até as 6h da tarde, apenas com uma fatia de bolo comido às 11h da manhã.
O pior de tudo é que a minha disposição parece um gráfico oscilatório. Oscila tanto que em uma hora pode ter várias ondas. Ir ao médico? Para quê se o diagnóstico aqui só será: Paludismo, malária, febre tifóide... Sim, deveria ir a um médico mesmo assim, mas desta vez estou farta de me retirarem dinheiro para saber que será uma destas coisas.
Melhor é mesmo  deixar-me estar e aproveitar as poucas horas do fim-de-semana que me restam para descansar.
Sou muito optimista, eu sei...
Se fosse pessimista, este post teria o nome de "crónicas de uma morte anunciada" de Gabriel García Marquez.
Prefiro ficar-me por Oscar Wilde: "Há duas tragédias na vida. Uma a de não satisfazermos os nossos desejos, outra, a de satisfazermos!"

Boa Noite!
With Love. Tea Drinker


Ceebrate our birthday



Ano novo, esperança de uma vida nova, festejamos, vestimo-nos de branco, vamos às festas e sonhámos com prosperidade, fazendo resoluções do ano novo. É uma tradição pessoal que nos cria nostalgia por estarmos a terminar mais um leque de 12 meses da nossa existência.
E quanto ao aniversário? Estaremos nós, a celebrar mais um ano de vida - mais um ano de velhice - ou simplesmente queremos a atenção que não recebemos durante o ano?
Comecei a celebrar o meu aniversário um dia antes.... por acaso foi uma festa muito bonita, com muita gente e, num espaço especial, pormenorizadamente decorado e superado as expectativas daquilo que tinha idealizado (graças ao staff do Floresta Lounge).
Embora tenha querido dar a minha atenção a dúzia dos convidados, tive que repartir a minha atenção todos os presentes, nunca me esquecendo da lei dos anfitriões.
Sentimento... Um misto de alegria, nostalgia, tristeza e alguma decepção. Porquê? Fiz uma retrospectiva das minhas metas, metas essas que tracei para completá-las este ano e muitas delas não foram cumpridas. Há inúmeras razões para não ter atingido: desatenção, despreocupação, empecilhos, imprevistos... Que vale é que a medida que o tempo vai passando, novas metas se vão traçando, bons imprevistos acontecem e a velha esperança de que tudo irá mudar no próximo ano renasce!
Feliz aniversário para mim... que conte muitos pois o "lifting anti-age" da L'oréal me espera.

With Love. TeaDrinker!


04/08/12

WISHES FOR NEXT WEEK

Afinal, estou quase a fazer anos. Tenho pedido muitos desejos e muito poucos se concretizam... O que faz de mim uma rapariga fracassada!
Não há mal em fazer um editorial com coisinhas que quero para o meu niver, ou faz? Embora saiba que não vou receber, não custa nada, pôr aqui. Quem sabe, anda por aí um pai natal desconhecido que me presenteie com algumas coisinhas da lista.
Na verdade nem tou a ser muito exigente. Quando faço "Wishlist" costuma ser mais exigente que a lista dos presentes do meu aniversário. :)

With Love! Tea Drinker!

POLYVORE ♡ DISNEY










Que sábado! Nem parece sábado.... Tão cinzento, ideal para estar em casa e foi o que fiz. almocei o habitual feijão de óleo de palma e muitos capítulos do Gossip à mistura.
Nos meus momentos de "Stop Gossip" vou dar uma espreitadela a Polyvore e vejo esses editoriais inspirados nas "Disney Princess'" e... tenho saudades do verão. Não do calor em si, mas do espírito do verão, dos festivais, dos gelados, das ruas e calçadas... de gente bonita e incrivelmente bem vestida.
Saudades do verão Europeu! A estranha correlação entre os transeuntes da baixa e o congestionamento dos carros nas ruas... e nos parques. De setir o meu coração a palpitar a cada vez que não pago o parque da rua na esperança de nunca encontrar o meu pneu bloqueado (felizmente nunca encontrei). Saudades da boemia europeia que tinha. Do chiado! Da avenida... dos concertos grátis, do out jazz do campo grande. Ah dos cafés diurnos e nocturnos no Cup&Cino, da compras na avenida de roma. Dos meus amigos, dos passeios a Cascais com os meus amigos... dos meus gatos e... da fnac! Saudades da fnac. De esconder livros e marca-los pra ler depois... Saudades de tudo.

With Love! 

03/08/12

Já Amanhã


 
É já amanhã! A feira anterior havia muuita coisa para comprar. 
Não se esqueçam... lá poderão encontrar o meu presentinho :) 
WIth Love!

Collage so me!





Há sempre um tempinho de fazer uma "colagem" à nossa cara... O meu tempo está escasso, mas finalmente estou com a sensação de "dever cumprido" por ter superado as expectativas, as minhas... ter conseguido terminar o trabalho que me reservava antes das 5h. E como fica de muito mau tom sair a esta hora, já que ontem saí bastante mais cedo (a contar eu que iria tirar o meu aparelho) ... hoje, é diferente.
Dormi mal, quase nada... problemas respiratórios e sinto que o meu corpo não me pertence... Dorido... Mas cá estou eu a sacrificar-me um pouco, sentada nesta "office poltrona" a pensar no que fazer...
Esta colagem são só alguns pequenos prazeres da vida, que após satisfeitos... ficamos felizes, mas logo logo aparecem outros (como diz o L) .... Pode ser que sim, mas para já ficaria muito feliz de os ter comigo.

With Love.

02/08/12

If I Believe in Signs?






Estava a ler a Tatler magazine e não podia deixar de dar uma vista de olhos pelo horóscopo. Eu até nem sou pessoa de ler horóscopo mas, qualquer coisa levou-me para ler este horóscopo e, qualquer coisa nele me fez acreditar... ou se calhar eu prefiro acreditar.
Há imensas coisas que penetram na minha cabeça, inclusivamente a nuvem negra que se afastou. Porque será que nos momentos em que nos sentimos desmotivados e tristes, estamos mais susceptíveis a "desmoronarmo-nos"?
A verdade é que não sei se é desmotivação, se é descontentamento ou puro desinteresse em relação a muita coisa que se passa na minha vida.
Um misto de emoções e sentimentos tomam conta da minha cabeça e invadem o meu coração.
Sou Leoa e gosto de ter as coisas sob controlo, assim como de prever as coisas e essa constante incerteza e a inconstante estabilidade mata-me as poucos por dentro.
Sou Leoa, gosto de liberdade, de sentimentos fortes, de amor que me motiva... amor que é motivo forte para tudo na minha vida, inclusive para o sorriso.
O meu coração está fechado e a minha cabeça com a nuvem negra que me assombrou o ano passado.
Espero que seja uma nuvem passageira... Mas a minha cabeça alerta-me para prenúncios de uma enorme tempestade.


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Decor Swiss



















Post em movimento! Luanda tem o pior trânsito as 18h de quinta-feira que eu pude imaginar. :(
Algumas decorações que vejo na web enquanto não se faz muito.

With Love. TeaDrinker!

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25/07/12

The crazy 20's and the Flappers


























Decidi aqui falar-vos um pouco da década de 20 porque, reparei que os meus ídolos, as minhas inspirações vêm sempre dos anos dourados - Os anos 50/60 e é imprescindível falar-vos dos anos 20 porque foram os "loucos anos 20" que revolucionaram os anos posteriores.

Meados da década de 20, nascia um novo tipo de mulher. Ela fumava, bebia, dançava e votava. O cabelo era usado bem curto, maquiava-se e participava de festas até altas horas. Ela era alegre e corria riscos que para as mães e avós seriam inconcebíveis. Essas mulheres avançadas para sua época ganharam um nome: Flappers.

O termo "flapper" apareceu primeiro na Grã-Bretanha após a Grande Guerra. Até então ele era usado para descrever jovens que ainda não haviam atingido a idade adulta, mas que gostavam de se vestir e se comportar como mulheres mais velhas.

A imagem das Flapper consistia em uma dramática - por vezes chocante -transformação no guarda roupa e penteado feminino. Praticamente todas as roupas eram modificadas para permitir a apreciação da silhueta e para garantir liberdade de movimentos. Uma grande mudança, considerando que apenas uma geração antes as mulheres estavam sob a opressiva ditadura dos espartilhos.
"As raparigas estacionaram seus espartilhos e pantalonas para poder dançar" diziam os jornais da época. A nova e vibrante Era do Jazz estava no ápice e as mulheres precisavam estar livres, leves e soltas. Hollywood mostrava o caminho e as atrizes mais populares eram justamente aquelas que adotavam o perfil das flappers: Louise Brooks, Clara Bow, Constance Talmadge ditavam a moda naqueles tempos.

O cabelo das flapper com o característico penteado "a la garçon" foi criado pela Coco Chanel. Em alguns lugares da América, o cabelo curto e pintado de preto, causou tanta comoção que algumas mulheres eram proibidas de entrar em certos ambientes. As saias também começaram a baixar e em 1927 algumas mulheres mais avançadas já a usavam acima do joelho causando polêmica. Da mesma forma, maquiagem pesada, um recurso raramente usado por "mulheres de bem" foi incorporado pelas flapper para realçar seus traços.

Atitude Flapper

Mas nenhuma mudança estética se comparava a mudança de atitude adotada pelas flapper. Elas não se conformavam com tratamento diferenciado ou condecedente. A Flapper queria ser tratada de igual para igual, por isso falava o que vinha a mente, discutia temas controversos e eram liberais quanto ao comportamento sexual, posição que causava ainda mais choque na sociedade puritana da época.

Elas queriam antes de tudo romper com o senso de opressão que vigorava. Então faziam tudo aquilo que até então eram proibidas de fazer. O comportamento rebelde das flapper não estava limitado a um discurso, suas ações eram ainda mais ruidosas. Flappers bebiam, e em uma época em que os Estados Unidos haviam banido o álcool (foi a Era da Proibição), jovens mulheres se aventuravam em bares clandestinos -- os speakeasies em busca de diversão. Champanhe, bourbon e mesmo gim de banheira corriam soltos e as risadas provocadas pela embriaguez ecoavam.

Após toda experiência traumática desencadeada pelas milhares de mortes e o sofrimento imposto pela Grande Guerra, os ares de liberdade e desapego tinham um efeito de verdadeira catarse nas pessoas.

Esse pensamento se refletia na música. Os anos 20, ficaram marcados como a Idade do Jazz e este ritmo vibrante criado pelos negros americanos se tornou uma espécie de hino das flapper. Danças como o charleston, black bottom e principalmente o fox-trot eram consideradas selvagens e incompreensíveis pelos mais velhos, não obstante os salões enfumaçados viviam lotados. Para as flapper o jazz se encaixava perfeitamente no estilo de vida acelerado que tanto desejavam.

Pela primeira vez as mulheres estavam livres para ir onde quisessem, sem a necessidade de acompanhantes ou guardiões. Henry Ford e sua magnífica invenção, o automóvel, prestaram um enorme favor às flapper. Fazia parte da atitude se arriscar, e o que poderia ser mais arriscado do que dirigir velozmente

Foi uma época de mudanças, liberdade e loucura. Mas quando os anos 20 estavam terminando, a queda da bolsa afundou o mundo na Grande Depressão. A frivolidade e desapego foram forçadas a terminar de forma abrupta, era como se uma longa e barulhenta festa estivesse chegando ao fim. Os Loucos anos 20 terminavam, os duros anos 30 se iniciavam...

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The Run against Legacy





Doentinha estou eu :( mas não pude ficar indiferente a esta fotografia. Recebi a Newletter da Fancy e quando vi esta capa, não pude deixar de rir e pensar nas coisas que o homem inventa só para "ofuscar" a ilegalidade.
E, com isso, pensar no ciclo da globalização... podia dizer que faz parte do "humanosistema" essas invenções: A polícia proíbe as drogas, que são vendidas por eles mesmos. Os cientistas criam as drogas, distribuem ao mundo... estes mesmos lançam as leis da proibição e ainda inventam formas de ocultar as mesmas, tudo isso pelo.... CAPITALISMO!
Quem sou eu para julgar, eu própria que acho isso muito "giro" que também quero ter uma coisa dessas? Pelo menos sou apenas fumadora do "legal" Tabaco! Nem de álcool sou grande fã.
E... perdi-me nos meu pensamentos. Acho que estava a ter uma linha de pensamento tão fluída, que ouvi o "pliiim" do MAIL do trabalho. Enfim... Divagando!

With Love. TeaDrinker!




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24/07/12

Sick and time














Hoje não me sinto nada bem. Diagnóstico "Febre tifóide". Não acredito porque na verdade não me sinto assim tão mal. Só me dói o corpo e sinto umas sensações estranhas em mim. Antes de ir comprar os medicamentos, parei no coconuts para comer algo com o B. Quero melhorar, estou a tentar não estar "doente" mas sinto o meu corpo todo dorido.
Para afastar a ideia da dor, pego numa "Brazilin Vogue" e eis que me deparo com uma resenha da vida de Mila Moreira: A eterna mocinha do ecrã brasileiro".
Com essas fotos, Mila já conseguiu uma fã, com a sua história, arrecadou uma grande fã!
Adorei!
So me. So my cup of tea.
With Love. TeaDrinker!



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22/07/12

Details of me





Há muito que não passo tanto tempo no meu "pink world" como diz o Lua. Hoje acordei com o som do mar, mas rapidamente cheguei ao meu mundo. Um di cinzento em que só me apetecia passar o dia na cama. Foi o que fiz. Acordei, dormi, dormi e acordei. Levantei-me espreitei a cozinha, a minha mãe, infelizmente acordei bem depois do pequeno almoço, mas a minha mãe é uma santa... deixou-me um pouco do seu famoso "ovos mexidos com alho" que rapidamente devorei e cortei uma fatia do bolo de maçã ( também famoso da minha mãe). Voltei para o quarto. Dormi, acordei e dormi de novo.
Afastei o pensamento do trabalho por largas horas. Não desperdicei horas em vão. Foram momentos de introspecção, de analisar a minha vida, rever as minhas decisões e acima de tudo, passar tempo comigo mesma.
Pensei em todos os detalhes da minha vida, cada peça de roupa, onde a comprei, cada disco, cada fio, que tem uma história para contar, os perfumes, as meias.... tudo!
Revi os meus álbuns "polaroid", chorei de saudades da vida que tive na Europa... das minhas viagens intermináveis, dos meus fins-de-semana repentinos ao Norte, da minha road trip do verão, da minha "Auto Stop" à Itália, do meu Interrail a Alemanha, do meu Erasmus em barcelona e... GOD! Tinha uma vida.
Olhei para a porta da geleira e vi os meus ímans das paragens que fiz... pelo menos das que me lembrava de comprar.
Este dia gris, para além de ser nostálgico, está a fazer-me bem.
Tomei um banho e pus-me a caminho da casa do meu amigo B.
Cool Sunday. Cool me! Cool details. Little part of me.
Continuo com "My heart beats in Paris!".


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